10 Março 2007

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07 Março 2007

Heroes S1 Midterm

In recent days, a seemingly random group of individuals has emerged with what can only be described as “special” abilities.

Although unaware of it now, these individuals will not only save the world, but change it forever. This transformation from ordinary to extraordinary will not occur overnight. Every story has a beginning.

Volume One of their epic tale begins here…

23 de Abril?
23 de Abril??
23 de ABRIL????

Mas, mas... então e o Peter e o Sylar? E o Mohinder? E o que tem a Mrs Petrelli a ver com a história? E o que vai acontecer ao HRG???
ARGHHHHHHHHH, nunca mais é 28 de Abril...

06 Março 2007

Spaced S1-2


Do’you want some tea?

Não há comédias melhores que as britânicas, isso já foi provado diversas vezes. Os americanos bem tentam inventar, copiar, distorcer, mas nunca conseguem chegar ao golpe de génio que são a maioria das britcoms. E certamente nenhuma delas conseguiu chegar aos pés deste Spaced.

A história começa de forma: a escritora-to-be Daisy (
Jessica Stevenson) e o artista de BD Tim (Simon Pegg) precisam de uma casa; resolvem disfarçar-se de namorados para conseguir um apartamento. O problema é que é preciso enganar a senhoria, Marsha (Julia Deakin) e o vizinho estranho (Mark Heap). Juntem a isso um amigo maníaco por armas (Nick Frost) e uma melhor amiga viciada em moda (Katy Carmichael), e temos a comédia mais surreal de todos os tempos.

Não ria tanto desde
Coupling, outra excelente britcom, mas as duas temporadas de Spaced conseguiram por vezes superar as trocas entre a Sally e o Patrick. A Daisy e o Tim são perfeitos um para o outro, mesmo que não se apercebam disso. Afinal, quem melhor para aturar um neurótico do que outro neurótico? É que entre as horas infindáveis em frente às páginas vazias da Daisy e as rezas ao altar da Buffy do Tim, não há nada que enganar.

As duas temporadas da série são um pouco diferentes. Na primeira temporada somos apresentados às vários personagens, às suas manias, às suas tentativas de encontrar sucesso e, especialmente, à tentativa de enganar Marsha. Cada episódio baseia-se num filme de culto, o que dá asas a pérolas como o episódio sobre os filmes de guerra, ou o episódio onde, empurrados por Tyres, se vão divertir a uma rave.

A segunda temporada é um pouco mais calma, e foca mais o desenvolvimento que as personagens sofreram. Eles são agora mais velhos, estão mesmo a entrar no lado errados dos 20s, mas continuam com as manias de sempre. Daisy regressa da sua viagem à Ásia com novos poderes, mas com a mesma falta de vontade de escrever, enquanto que Tim continua a tentar esquecer Star Wars: The Phantom Menace, por vezes pondo o seu trabalho na loja de BD em perigo. Com Marsha cada vez mais desconfiada, é necessário não dar nas vistas por causa do apartamento, mas uma nova conquista Tim poderá por tudo a perder.

Se a segunda temporada não é tão hilariante quanto a primeira, não deixa de ter os seus momentos de génio (como as Robot Wars ou a lutas com armas fictícias), e é com grande pena que se chega aos episódios finais. Embora houvesse planos de uma terceira temporada, a resolução final foi perfeita: o happily ever after é apenas ficção, mas pelo menos os amigos ficam para sempre.

Uma série obrigatória para todos os fãs de tv, cinema, comics e cultura popular em geral. Buffy, A-Team, Star Wars, Star Trek, filmes de terror, jogos computador, todos têm direito a uma homenagem nesta série, e para se apanhar todas as referências é recomendável ver os episódios com as legendas "Homage to...". Afinal, ninguém quer perder pérolas como a legenda "Every War Movie EVER!".


E para matar as saudades... venha daí um Shaun of the Dead. E um Hot Fuzz, se algum dia estrear por cá. :)

27 Fevereiro 2007

The Lost Room


O detective Joe Miller perdeu a coisa mais importante da sua vida: a filha, Anna. Mas ela não está simplesmente perdida, desapareceu dentro de um quarto misterioso pelo qual se tem vindo a lutar há decadas. E Joe Miller fará tudo para a encontrar novamente.

O grande chamariz desta série era obviamente Peter Krause do saudoso Six Feet Under. Estava com curiosidade de ver se haveria vida depois de Nate Fisher, e a escolha de uma ficção científica foi certamente uma aposta intrigante.

Embora seja grande fã de sci-fi, esta mini-série não me conseguiu cativar. O início prometia, com os segredos do quarto e a descoberta dos objectos com poderes. As participações especiais de Julianna Margulies, Roger Bart e Kevin Pollak também foram muito boas, mas no final dos 3 episódios fica-se com a sensação que a história não acabou verdadeiramente, que muito ficou ainda por explicar (quem sabe a pensar desde já numa possível continuação). Qual o paradeiro dos restantes objectos? Como irá prosseguir a luta entre as duas Cabalas? O que aconteceu a Kreutzfeld?

Com tantas questões em aberto, não dá para apreciar verdadeiramente esta série, mas felizmente houve quem gostasse mais.

E como parece que Krause já escolheu o seu próximo trabalho (com um título bem sugestivo, por sinal), até lhe perdoo por esta mini-série. :P

24 Fevereiro 2007

The Shield S4

Não há direito em estragar duas temporadas a uma pessoa! Juro que não há! Estava eu toda contente, acabadinha de comentar a terceira temporada de The Shield, quando um(a) &%$#”$%! qualquer me faz um comentário a contar o final da quinta temporada. Um grande final, com um grande desfecho, que já não será desta forma uma surpresa. :x
Idiota!!!!

Enfim, mas não seria por causa disso que ia deixar de ver a quarta temporada desta série, especialmente depois do excelente final da temporada anterior. A tensão estava há já algum tempo a acumular-se, com grandes conflitos dentro da equipa, que vieram ao de cima no último episódio da temporada anterior. Depois de todos estes conflitos, nada poderia ficar na mesma, e é assim que se começa a quarta temporada, com uma equipa dividida, à procurar novos caminhos.

Enquanto a Strike Team tenta reestruturar-se, a vida na esquadra está também prestes a sofrer uma reviravolta, com a chegada da nova Capitã, Mónica Rawling, interpretada pela grande Glenn Close. Quem a viu em Atracção Fatal (ou, num registo totalmente diferente, nos 101 Dálmatas :s), não consegue imaginá-la nesta série, mas provou que é uma actriz versátil e deu um grande impulso à sua personagem. Com uma mentalidade diferente, Mónica Rawling vai tentar mudar o distrito de Farmington, contra tudo e contra todos. E para isso terá como maior aliado Vic Mackey.

Numa temporada mais calma que as anteriores, são as diferenças de métodos de trabalho das várias personagens que chamam a atenção, e o criador Shawn Ryan consegue mais uma vez provar que nesta série não há lugar para bons nem maus; Good vs. Evil é substituído por Bad vs. Evil. Não há nenhuma personagem que saia ilesa deste conflito, dos polícias aos gangsters, o que torna a série bem mais real do que muitas outras.

E se no final deste 11 episódios alguns dos conflitos passados foram resolvidos, a grande guerra só agora vai começar. E se Forest Whitaker puder, nada será o mesmo no final.